segunda-feira, 2 de novembro de 2026

MAIS QUE PERFEITOS

 A diversidade sempre será melhor, não importa se numa situação, numa resolução de problema, numa conversa, num diálogo sobre o futuro. Enfim, é sempre melhor ter várias opções e pensamentos diversos.

Conforme a época sempre será preciso fazer escolhas e elas também serão melhores se tivermos opções para verificar qual a melhor. Aqui começa o problema. Qual a melhor escolha? Entra aqui a ética e a moralidade. A sociedade ao longo do tempo vai construindo sua ética, sua moral, tendo em vista poder existir enquanto sociedade. Istto é, são opções norteadas por aquilo que leva todo o conjunto a frente.

Então, não matar é uma escolha da sociedade e ela pune com suas regras todos os que matam. Não é perrmitido escravizar o outro, então a sociedade cria os controles e limites para que isso não ocorrra. Não rroubar segue na mesma linha. Posso perguntar: qual sociedade? Aquela que temos hoje, porque muitas já nos antecederam, umas melhores, outras piores e assim seguiremos adiante.

Então numa sociedade a mobilização vai acontecendo para corrigir distorções e encontrar o melhor caminho. Chegamos aqui nas diversas mobbilizações e situações. Você vai ter a mobilização contra a escravidão porque tem uma parte da sociedade que ainda não entendeu que todos são humanos e iguais perante a lei, com seus direitos e deveres. Existem aqueles coroneis que ainda querem se perpetuar e para isso fazem qualquer coisa para enganar e ludibriar. Existem os tiranetes que primeirro se servem do que a sociedade prroduz e depois retornam migalhas sem nenhum valorr.

Isto pode ser notado facilmente vendo a melhoria pessoal do séquito que acompanha essas minorias exploratórias e devastadoras da sociedade. Que venha a mim as benesses do reino e o resante damos um jeito de jogar embaixo do tapete, sem esconder tudo, porque as pessoas não estão reagindo.

Outro dia vi uma pessoa pedir esmola na rua com um criança pequena no carrinho de bebe, uma família passou e deu dinheiro. Quando chegou minha vez perguntei se ela tinha o endereço do serviço social, ela disse que já tinha ido e não ajudaram. Aí sugeri que ela fosse na câmara de vereadores para comunicar o fato do não atendimento. Ela disse que não valia a pena. O que você acha? Ela é profissional? Pela idade dela, ela nasceu dentro do sistema atual, esquerda, vigente. O que esse sistema, essa opção escolhida ou imposta à sociedade fez pela sociedade?

Devemos estar sempre atentos, perguntar. Antes que esqueça, porque não sei se já comentei aqui. Caí no golpe do chinelo de dedo. Uma senhora descalça, rosto maarcado pelo tempo, com feições de quem trabalhou sob sol forte, está descalça e pede para comprar um chinelo, uma Havaianas para ela, porque a dela arrebentou e ela nãao tinha dinheiro nomento para comprar. Tudo se ajusta e lá fomos comprar o chinelo e demos para ela. Fomos caminhar mais e na volta encontramos a mesma senhora descalça pedindo um par de chinelos para outra pessoa. Profissional, vender um chinelo novo é fácil.

Um modelo para a sociedade com a tutela de alguém, entenda-se aqui qualquer coisa, uma minoria que se mantém pelo controle a força, poder de polícia e e que se julga superior, os mais que perfeitos, com certeza cairá, porque ela não segue os princípios éticos e morais da maioria da sociedade. É um modelo que rouba aqui e ali, que vai escravizando e matando aos poucos.

Só mais uma lembrança, depois de 75 anos o clã Sarney não elegeu ninguém. Vamos pensar, procurar saber mais e não aceitar ser tutelado, colonizado pela ideia, soberba ou pensamento qque não seja para o bem de todos. O início começa pelo olhar aos próprios erros e falhas e que a sociedade como um todo também busque isso. A perfeição, a busca da verdade, devem serr constantes. 

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

O POEMA E EU

O texto abaixo foi publicado também no grupo do Centro de Letras de Francisco Beltrão num diálogo sobre poesia em 26/10/2026. Penso ser interessante manter ele aqui também. Afinal, ele foi escrito lá e será copiado aqui do jeito como saiu. A ideia é manter a originalidade.

O poema nunca será o mesmo para cada leitor, incluído o próprio autor. Eu mesmo já fiz crítica literária de um poema por pedido de um amigo. Escrevi a crítica e enviei. Ele respondeu, até hoje eu não conhecia um autor que consegue fazer crítica, e ácida, de sua própria obra. Eu não lembrava mais do poema e também não fui pesquisar na minha base de criações.

Penso que um poema pode ter pontos de convergência entre os leitores, que pode ter sido provocado ou não intencionalmente pelo autor. Pessoalmente, tenho dificuldade para escrever o que chamo por encomenda, para defender esse ou aquele ponto. Claro, com o passar do tempo, alguns temas vão convergindo, como para os leitores também. Escrevo tendo sempre o tema da morte por perto.

Depois que escrevo não sou mais o autor do poema, uma parte de mim morre naquele poema, isso é o que penso ser importante. Ele, o poema, segue livre para ser o que é na leitura de cada pessoa.

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

DE QUANDO EM VEZ.

 O blog anda um tanto parado como caravelas esperando melhores ventos do uso da razão para singrar pelas novas ideias, pelos encantos da natureza, ouvindo aqui e ali o sussurro da inspiração.

Aqui não escrevo muito preocupado com a perfeição gramatical, e existem criações as mais diversas. Posso passar de uma para outra sem pressa alguma.

Aqueles olhos distantes
Traziam consigo uma experiência única
Tudo era novo
Ou poderia via a ser
Não importava se certo ou não
Era a natureza exuberante
Para ser admirada sem moderação
Sem querer consumir nada
Só criar uma lembrança única
De um momento quente
Feliz e encantador

E tenho a liberdade de voltar calmamente. Posso não vir sempre aqui, mas quando venho, sempre tem algo para encantar ou ao menos tornar a vida melhor. Nesse caso, vou convidar você para conhecer o Poetica tibi (você pode acessar pelo botão dele no site cloes.com.br). Escolhi 100 poemas que eu mesmo escrevi (hoje temos que avisar para outro humano saber que foi um humano que escreveu), a aplicação, essa sim, foi escrita por IA seguindo todas as minhas definições. Eu queria uma aplicação que funcionasse como a experiência de ler um livro. Você pode ler do início até o final, pode marcar os que gostou, pode pesquisar (lembra o índice por palavras que alguns livros tinham?), claro que não esqueci da fotocópia de uma página que hoje é o famoso compartilhar. Assim, você pode enviar o poema para alguém e ele taambém ficar sabendo dos outros.

Bem, propaganda feita é hora de ir embora por hoje. Fico grato a Edimara Saldanha que encontrou o blog e divulgou ele. Penso que devo voltar e ficar mais atento aqui, deixar as ideias fluirem.

Para terminar é sempre bom lembrar que tudo o que é externo a nós não está no nosso controle. O que controlamos é fazer uso da razão e da nossa vontade. Assim, quando sentir que foi atingido por algo externo, uma tristeza, uma raiva ou outro pode vir em seguida, peça um tempo para ela, para inspire e expire, cheire a flor e sopre a velinha, pense, avalie e perceberá o quanto podemos cuidar muito bem de nós, pensar melhor e saber agir por uma vida melhor.

A regra aqui continua a mesma, o texto foi sendo escrito sem script e não terá correção posterior. 

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

DIA DO LIVRO

 

O dia do livro deve ser para ti todos os dias. Assim, podes desenferrujar teus neurônios, melhorar as conexões e se tiveres esforço por pensar e usares a razão terás condição de não te afogar na ignorância, na intolerância, na teimosia de uma ideia única. Não serás escravo de outro ou outros e terás por virtude de merecer estar vivo. Nada te falta, ler é possível sem grandes custas. As bibliotecas esperam tua chegada. Dia do livro, todo dia é dia do livro.

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

POEMA DE CLÁUDIO LOES É DESTAQUE NA COLUNA HEMERA

“Lembrança de Passagem” publicado hoje no Jornal Opinião

Da assessoria

Hoje é dia de celebrar a poesia! O poema "Lembrança de Passagem", de Cláudio Loes, foi publicado na coluna Hemera do Jornal Opinião. Com versos sensíveis e carregados de emoção, o autor nos convida a refletir sobre lembranças, esperança e a coragem de seguir adiante. Confira e compartilhe esse momento especial!

Parabéns, Cláudio Loes, por tocar corações com sua arte!

#Poesia #Publicação #JornalOpinião #CláudioLoes #ColunaHemera #LembrançaDePassagem
Acesse: https://jornalopiniao.com.br/2025/09/29/lembranca-de-passagem/

domingo, 28 de setembro de 2025

A CAVERNA DE PLATÃO - UM COMENTÁRIO ATUALIZADO

A Caverna de Platão – Um Comentário Atualizado
Cláudio Loes
Revisão em 2025

Há vinte anos é que se vivia bem, tudo parecia funcionar: a escola era garantida, o diploma trazia o emprego e a aposentadoria parecia segura. Quando olhamos ao redor e ouvimos pessoas dizendo “antigamente era melhor”, perguntamos: e por que não nós?

Hoje temos uma verdadeira passarela, onde mudanças e novidades se sucedem sem pausa. O telefone se transformou em smartphone, integrando áudio, imagem, dados e até inteligência artificial. O Windows substituiu o DOS em silêncio; depois vieram a internet, as redes sociais, o streaming e tantas outras revoluções que mudaram nossa forma de viver.

A internet, que surgiu nos meios acadêmicos, conquistou o mundo. Mas onde ficaram os sistemas de BBS e EDI, antes tão promissores? Na agricultura, as transformações se multiplicaram: o pequeno produtor, antes cortejado por cuidar da terra, hoje se vê às voltas com tecnologias que muitas vezes não compreende. A enxada deixou de ser garantia de sustento. Os pequenos mercados foram engolidos por grandes redes; alguns resistem, mas em número cada vez menor.

Buscar o real e abandonar as sombras é um desafio constante. Isso exige tomar iniciativas, correr riscos e experimentar o novo. Não à toa, tantas empresas desaparecem antes de completar um ciclo de prosperidade.

Quantos projetos não foram iniciados e abandonados? Quantas ideias promissoras viraram pó? A causa está naquela dor inicial que sentimos ao deixar a posição confortável. Muitas vezes, desistimos ali mesmo. Mas, ao superar a dor, o desânimo e o cansaço, a realidade se mostra mais clara. É como o fogo que resiste ao orvalho da madrugada: uma chama que já não se apaga.

Percebemos então que nosso pensar e nossas experiências dão sentido a tudo — sejam elas sombras ou realidade. A alegria da mudança é contagiante. Quando acontece, dificilmente alguém quer voltar ao estado anterior. De que adiantaria viver hoje sem um celular e ser considerado o rei do telégrafo? Qual o valor de ser o maior produtor de enxadas no mundo?

Essas honras ligadas à velha economia já não dizem nada. É melhor ser um ponto ativo na grande rede do que insistir em antigas ilusões.

Em análises anteriores falamos da sociedade da exclusão: sempre desconfiamos do outro, como se estivesse pronto a nos fazer mal. A reflexão fica ainda mais profunda quando alguém, ao nosso lado, fala do novo, do que está fora da zona de conforto. A reação comum é rir, ironizar ou desqualificar.

Quantos negócios, ideias e grupos foram esmagados por “homens da caverna”? O paralelo com Platão continua evidente. Quando muitos ouviram falar em gestão do conhecimento, foi apenas como sombra: tentaram usar as mesmas velhas estruturas para dar ares de modernidade.

Alguns poucos, porém, ousaram ir além das sombras. Procuram a cada dia o que é real e percebem que há muito mais a ser feito. A gestão e a mediação do conhecimento são hoje chaves fundamentais para estarmos presentes na nova economia e construirmos o futuro.

Vide A República de Platão, VII, 514-517a.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

LIMITAÇÃO IMPOSTA

 O uso das plataformas digitais de um lado favorece a comunicação e de outro limita o tempo todo. Se uma plataforma permite texto escrito, não deveria haver limitação para o mínimo de um outro veículo de comunicação. Por exemplo, uma crônica.

Por outro lado, também não é lá que se vai colocar um livro completo para ser lido, porque ninguém vai ler ele por inteiro acessando a postagem.

O pior mesmo é quando de uma plataforma limitada não deixa colocar um link para facilitar o acesso para quem tiver interesse em ler tudo. Aí li afirmações do tipo que você deve se amoldar para atingir um público maior. Bem, não tenho a preocupação de um público maior, só quero poder me expressar sem limitação.

Tudo o que é imposto por força de autoridade e que não pode ser criticado não é bom, não merece e não merecerá minha atenção.