Cláudio Loes
Blog pessoal. As postagens não passaram por revisão, é a escrita livre e sincera do autor. Caso encontre algum erro de português, fico grato desde já se os apontar e farei a correção. A ideia básica é deixar fluir o pensar, não perder o processo, e ser aquilo que sou, fazendo uso da razão e vivendo de acordo com a natureza.
segunda-feira, 26 de outubro de 2026
O POEMA E EU
quinta-feira, 22 de outubro de 2026
DE QUANDO EM VEZ.
O blog anda um tanto parado como caravelas esperando melhores ventos do uso da razão para singrar pelas novas ideias, pelos encantos da natureza, ouvindo aqui e ali o sussurro da inspiração.
Aqui não escrevo muito preocupado com a perfeição gramatical, e existem criações as mais diversas. Posso passar de uma para outra sem pressa alguma.
Aqueles olhos distantes
Traziam consigo uma experiência única
Tudo era novo
Ou poderia via a ser
Não importava se certo ou não
Era a natureza exuberante
Para ser admirada sem moderação
Sem querer consumir nada
Só criar uma lembrança única
De um momento quente
Feliz e encantador
E tenho a liberdade de voltar calmamente. Posso não vir sempre aqui, mas quando venho, sempre tem algo para encantar ou ao menos tornar a vida melhor. Nesse caso, vou convidar você para conhecer o Poetica tibi (você pode acessar pelo botão dele no site cloes.com.br). Escolhi 100 poemas que eu mesmo escrevi (hoje temos que avisar para outro humano saber que foi um humano que escreveu), a aplicação, essa sim, foi escrita por IA seguindo todas as minhas definições. Eu queria uma aplicação que funcionasse como a experiência de ler um livro. Você pode ler do início até o final, pode marcar os que gostou, pode pesquisar (lembra o índice por palavras que alguns livros tinham?), claro que não esqueci da fotocópia de uma página que hoje é o famoso compartilhar. Assim, você pode enviar o poema para alguém e ele taambém ficar sabendo dos outros.
Bem, propaganda feita é hora de ir embora por hoje. Fico grato a Edimara Saldanha que encontrou o blog e divulgou ele. Penso que devo voltar e ficar mais atento aqui, deixar as ideias fluirem.
Para terminar é sempre bom lembrar que tudo o que é externo a nós não está no nosso controle. O que controlamos é fazer uso da razão e da nossa vontade. Assim, quando sentir que foi atingido por algo externo, uma tristeza, uma raiva ou outro pode vir em seguida, peça um tempo para ela, para inspire e expire, cheire a flor e sopre a velinha, pense, avalie e perceberá o quanto podemos cuidar muito bem de nós, pensar melhor e saber agir por uma vida melhor.
A regra aqui continua a mesma, o texto foi sendo escrito sem script e não terá correção posterior.
quarta-feira, 29 de outubro de 2025
DIA DO LIVRO
O dia do livro deve ser para ti todos os dias. Assim, podes desenferrujar teus neurônios, melhorar as conexões e se tiveres esforço por pensar e usares a razão terás condição de não te afogar na ignorância, na intolerância, na teimosia de uma ideia única. Não serás escravo de outro ou outros e terás por virtude de merecer estar vivo. Nada te falta, ler é possível sem grandes custas. As bibliotecas esperam tua chegada. Dia do livro, todo dia é dia do livro.
segunda-feira, 29 de setembro de 2025
POEMA DE CLÁUDIO LOES É DESTAQUE NA COLUNA HEMERA
“Lembrança de Passagem” publicado hoje no Jornal Opinião
Da assessoria
Hoje é dia de celebrar a poesia! O poema "Lembrança de
Passagem", de Cláudio Loes, foi publicado na coluna Hemera do Jornal
Opinião. Com versos sensíveis e carregados de emoção, o autor nos convida a
refletir sobre lembranças, esperança e a coragem de seguir adiante. Confira e
compartilhe esse momento especial!
Parabéns, Cláudio Loes, por tocar corações com sua arte!
#Poesia #Publicação #JornalOpinião #CláudioLoes
#ColunaHemera #LembrançaDePassagem
Acesse: https://jornalopiniao.com.br/2025/09/29/lembranca-de-passagem/
domingo, 28 de setembro de 2025
A CAVERNA DE PLATÃO - UM COMENTÁRIO ATUALIZADO
A Caverna de Platão – Um Comentário Atualizado
Cláudio Loes
Revisão em 2025
Há vinte anos é que se vivia bem, tudo parecia funcionar: a escola era garantida, o diploma trazia o emprego e a aposentadoria parecia segura. Quando olhamos ao redor e ouvimos pessoas dizendo “antigamente era melhor”, perguntamos: e por que não nós?
Hoje temos uma verdadeira passarela, onde mudanças e novidades se sucedem sem pausa. O telefone se transformou em smartphone, integrando áudio, imagem, dados e até inteligência artificial. O Windows substituiu o DOS em silêncio; depois vieram a internet, as redes sociais, o streaming e tantas outras revoluções que mudaram nossa forma de viver.
A internet, que surgiu nos meios acadêmicos, conquistou o mundo. Mas onde ficaram os sistemas de BBS e EDI, antes tão promissores? Na agricultura, as transformações se multiplicaram: o pequeno produtor, antes cortejado por cuidar da terra, hoje se vê às voltas com tecnologias que muitas vezes não compreende. A enxada deixou de ser garantia de sustento. Os pequenos mercados foram engolidos por grandes redes; alguns resistem, mas em número cada vez menor.
Buscar o real e abandonar as sombras é um desafio constante. Isso exige tomar iniciativas, correr riscos e experimentar o novo. Não à toa, tantas empresas desaparecem antes de completar um ciclo de prosperidade.
Quantos projetos não foram iniciados e abandonados? Quantas ideias promissoras viraram pó? A causa está naquela dor inicial que sentimos ao deixar a posição confortável. Muitas vezes, desistimos ali mesmo. Mas, ao superar a dor, o desânimo e o cansaço, a realidade se mostra mais clara. É como o fogo que resiste ao orvalho da madrugada: uma chama que já não se apaga.
Percebemos então que nosso pensar e nossas experiências dão sentido a tudo — sejam elas sombras ou realidade. A alegria da mudança é contagiante. Quando acontece, dificilmente alguém quer voltar ao estado anterior. De que adiantaria viver hoje sem um celular e ser considerado o rei do telégrafo? Qual o valor de ser o maior produtor de enxadas no mundo?
Essas honras ligadas à velha economia já não dizem nada. É melhor ser um ponto ativo na grande rede do que insistir em antigas ilusões.
Em análises anteriores falamos da sociedade da exclusão: sempre desconfiamos do outro, como se estivesse pronto a nos fazer mal. A reflexão fica ainda mais profunda quando alguém, ao nosso lado, fala do novo, do que está fora da zona de conforto. A reação comum é rir, ironizar ou desqualificar.
Quantos negócios, ideias e grupos foram esmagados por “homens da caverna”? O paralelo com Platão continua evidente. Quando muitos ouviram falar em gestão do conhecimento, foi apenas como sombra: tentaram usar as mesmas velhas estruturas para dar ares de modernidade.
Alguns poucos, porém, ousaram ir além das sombras. Procuram a cada dia o que é real e percebem que há muito mais a ser feito. A gestão e a mediação do conhecimento são hoje chaves fundamentais para estarmos presentes na nova economia e construirmos o futuro.
Vide A República de Platão, VII, 514-517a.
segunda-feira, 22 de setembro de 2025
LIMITAÇÃO IMPOSTA
O uso das plataformas digitais de um lado favorece a comunicação e de outro limita o tempo todo. Se uma plataforma permite texto escrito, não deveria haver limitação para o mínimo de um outro veículo de comunicação. Por exemplo, uma crônica.
Por outro lado, também não é lá que se vai colocar um livro completo para ser lido, porque ninguém vai ler ele por inteiro acessando a postagem.
O pior mesmo é quando de uma plataforma limitada não deixa colocar um link para facilitar o acesso para quem tiver interesse em ler tudo. Aí li afirmações do tipo que você deve se amoldar para atingir um público maior. Bem, não tenho a preocupação de um público maior, só quero poder me expressar sem limitação.
Tudo o que é imposto por força de autoridade e que não pode ser criticado não é bom, não merece e não merecerá minha atenção.
segunda-feira, 25 de agosto de 2025
SOBRE O “POEMA ÀS AVESSAS”
Recebi críticas quanto ao "Poema às avessas" e pessoas que gostaram muito
e que normalmente não se manifestam.
Devo ficar preocupado?
Fazendo uma análise. Se quem diz que está ruim está certo,
então pode ser que os que nunca se manifestaram e gostaram devem estar
incentivando para não desistir ou decair.
Supondo que quem disse que está ruim, não aceitou a proposta
do poema (A ideia era deixar confuso, para ter a sensação mais próximo do que é
algo terminar assim do nada. Pode ser uma palavra que acaba com a conversa, um
tiro que acaba com a vida, uma correção sem nenhum sentido.) então os que
gostaram souberam apreciar e sentir toda essa esquisitice, confusão.
E ainda tem uma terceira opção que é a minha preferida. Dividida
em duas partes. Primeira, impossível agradar a todos, sempre terá uma
diversidade por perto. Segunda, para felicidade do escritor(a) todo poema é
diferente para cada leitor e para muitos leitores é diferente a cada leitura.
Salve os altos e baixos da criatividade.