quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Com minha amiga poetisa Andressa Masetto no Lançamento Tudo em Versos.

Feira do Poeta em Curitiba no dia 21/10/2018




Oficina de Trovas na BPP em 18/10/2018


Reunião Brasileira de Trovadores em 20/10/2018


Registros Biblioteca Pública do Paraná em outubro de 2018

Entrega dos livros "Tudo em Versos" do Centro de Letras de Francisco Beltrão e "Os Dez Sudoestes II - Poranduba Sudoestina" de Jorge Baleeiro de Lacerda para: Rejane Vicente, bibliotecária chefe da Divisão de Processamento Técnico e Bruno José leonardi, bibliotecário chefe da Divisão de documentação Paranaense.




Lançamento livro Sonho




Quem é você? Publicado no Jornal Opinião de 1/11/2018

Lançamento Sonho no Teatro Sesi de Pato Branco


Jornal de Beltrão em 1/11/2018




Programação Sesi em 30/10/2018




Portal do Sesi em 28/10/2018

Tua Face publicado no Jornal Opinião de 26/10/2018

Coautoria no livro "Tudo em Versos"

Livro espetacular do Centro de Letras de Francisco Beltrão. Temos muitos poetas em nossas região e que possamos encontrar mais espaço, leitores e incentivar a leitura de poemas.


Jornal de Beltrão em 19/10/2018 (Capa do Jornal)



Várias notícias lançamento Sonho

Jornal de Beltrão em 20/10/2018




Agência de Notícias do Paraná em 20/10/2018




Jornal de Beltrão em 18/10/2918



Secretaria de Cultura do Paraná em 18/10/2018


Clube Gazeta do Povo em 18/10/2018

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Chamada para lançamento livro "Tudo em Versos"




Tudo em versos

Sou um dos 52 autores, poetisas e poetas, do livro.

No Dia do Poeta, venha mergulhar em um mundo de “Sonho”

No Dia do Poeta, venha mergulhar em um mundo de “Sonho”
No dia 20 de outubro, Dia Nacional do Poeta – data criada em razão do Movimento Poético Nacional, que surgiu na mesma em 1976, na casa do jornalista, romancista, advogado e pintor brasileiro Paulo Menotti Del Picchia – a Biblioteca Pública do Paraná convida para o lançamento do livro “Sonho”: exemplar do filósofo, engenheiro elétrico, especialista em Educação Ambiental, escritor, poeta e articulista, Cláudio Loes.
“Sonho” nasceu primeiro na internet, formato e-book pela Amazon, mas o desejo de lançar um livro impresso saiu da gaveta e ganhou forma. Hoje, os apaixonados por poesia, assim como o escritor, podem mergulhar no universo da leitura preservando a magia única do livro. Folhear cada página levará os leitores a dezenas de poemas, que expressam diversos temas vivenciados pelo autor ao longo dos anos.
Com escrita leve e envolvente, “Sonho” é uma coletânea de poemas que revelam a sensibilidade de Loes e principalmente suas experiências. O próprio título é uma prova de que o escritor apostou na realização de seus anseios. Publicar seu primeiro livro era um “sonho” de Loes, e a cada poema ele retrata as aspirações que estão pelo caminho. Segundo o autor, os poemas fortalecem os vínculos entre quem lê e quem escreve, possibilitando uma troca de emoções e significados. A obra literária, “Sonho”, brinca com as nuances reflexivas, que levam aos leitores possíveis mudanças de atitudes e pensamentos. São os sonhos que movem as pessoas e são por meio deles que cada um pode conquistar sua verdadeira essência.
Nascido em Blumenau (SC), no ano de 1959, atualmente Cláudio Loes reside em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná. Além do vasto currículo, desenvolveu e coordena o projeto “Aqui Livros”, que tem o papel fundamental de incentivar a leitura pela socialização e circulação de livros. Para se ter uma ideia, o Aqui Livros transformou geladeiras “velhas e sem uso” em bibliotecas que inspiram crianças e adultos. E Loes não para por aí: também está à frente de projetos relacionados ao meio ambiente. Para escolas leva conhecimento por meio do Projeto de Compostagem, certificado pelo Ministério do Meio Ambiente. Também mobiliza pessoas de todas as idades no monitoramento e limpeza de rios, bem como mapeamento das paisagens naturais da região Sudoeste do Paraná. Um trabalho feito com amor e por amor à natureza, que garante qualidade de vida e preservação ambiental.
Participe do lançamento do livro neste dia 20 de outubro, no Hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná, localizada na Rua Cândido Lopes, 133, Curitiba - PR. Mais informações sobre o evento pelo telefone (41) 3221-4966.
Conheça mais sobre o autor nas redes sociais: amazon.com/author/claudioloes; nstagram@loesclaudio/; facebook.com/claudio.loes/ e www.claudioloes.ecophysis.com.br.

sábado, 28 de julho de 2018

Antes da terceira

Antes da terceira

Aqui, meio amarelo,
O papel se transforma.
Deixa saltar,
Passar pelo início.

Quem são estes pontos?
Só traços?
A campainha toca
A primeira e a segunda vez.

Rápido!
Falta mais um
Antes do início
De mais um show.

Quanta expectativa
Neste lugar único.
Uma cadeira vazia.
Alguém sentou.

Como será?
Sempre será ótimo.
Um grande desafio
Subir no palco.

Tocar, cantar,
Dançar, interpretar,
Declamar, falar...
Ser arte.

Cláudio Loes

p.s.: a grande vantagem aqui é não precisar concorrer com os espaços publicitários e comerciais.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Alegria contagiante.

Poema publicado hoje no Jornal Opinião, Francisco Beltrão, Paraná.

Cantiga de amor

Cantiga de amor

Serei teu vassalo para toda a eternidade
Nas tormentas dos mares agitados.
Quando as naus despedaçam a esperança
Vou sair procurando tua imagem reluzente.

Como poderei viver sem tua presença
Ante todas as desgraças da vida?
Sei que estarás aqui para apaziguar,
Afastarás a tormenta que me aflige.

Vou mais uma vez acender a chama
Do amor que perdura pelos séculos.
Sei que um dia voltarás.
Ficarei escondido na muralha da existência.

Sem nenhuma esperança outra
Fecho os olhos por mais um segundo.
Aqui sempre viverás em minhas lembranças
Para afastar toda a dor de viver sem ti.

Cláudio Loes

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Mais poesia em nossas vidas.

Entre os dias 18 e 22 de julho o livro eletrônico “Sonho” de Cláudio Loes estará disponível gratuitamente no site da Amazon (amazon.com/author/claudioloes). A obra é a primeira coletânea de poemas do autor publicada em fevereiro deste ano.
O eBook pode ser lido em qualquer dispositivo, celular, tablet e computador. Basta abrir uma conta na Amazon, também sem custo nenhum. Para abrir a conta basta acessar www.amazon.com.br.
Como contrapartida pede-se ajuda na divulgação, compartilhamento e que todos possam ter mais poesia em suas vidas.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Artigo publicado na Revista Educação Ambiental em Ação

UMA PROPOSTA PARA SERMOS MELHORES
Esta proposta é uma reflexão para os tempos atuais que, cada vez mais complexos, demandam agilidade para não sermos reféns de nós mesmos, isto é, perdermos o corpo enquanto a cabeça acredita estar tudo bem. Vou procurar não cansar o leitor com muitas citações, sem desrespeitar as fontes e outros, para que, em sendo bem sintético, poder instigar a própria busca. Aquele que encontra seu tesouro dará o valor que outro nunca poderá dar.
A leitura de “A grande degeneração” do autor Nial Ferguson, trata sobre “a decadência do mundo ocidental”, e lá na página 56 cita: “Em seu livro Antifragile, Nassim Taleb (...) faz uma pergunta maravilhosa: qual é o oposto de frágil? A resposta não é ‘forte’ ou ‘robusto’, porque estas palavras simplesmente significam menos frágil. O verdadeiro oposto de frágil é ‘antifrágil’. Um sistema que se torna mais forte quando sujeito a perturbação é antifrágil. A questão é que a regulamentação deveria ser concebida para aumentar a antifragilidade. Mas a regulamentação que estamos observando atualmente faz o oposto: por sua própria complexidade – e objetivos muitas vezes contraditórios -, é pró-frágil.”
Uma imagem a partir deste excerto foi o das construções civis. Se os altos prédios fossem construídos fortes e robustos cairiam com qualquer vento. Existe um balanço, um ir e vir projetado. Observar bambus plantados para servirem de proteção é um exemplo natural. De uma natureza que tem muito mais inteligência acumulada em seus milhões de anos. Fica claro que ser forte e robusto não é o melhor.
Lembrando Darwin, “para apreciar a luta pela existência que acontece em toda parte, com base na observação contínua dos hábitos de animais e plantas, imediatamente me ocorreu que, nessas circunstâncias, as variações favoráveis tenderiam a ser preservadas, e as desfavoráveis, destruídas. Aqui, então, eu finalmente tinha uma teoria a partir da qual trabalhar”, como Ferguson no mesmo livro citado.
As variações favoráveis são preservadas, elas são antifrágeis. E a regulamentação deveria ser concebida para aumentar a antifragilidade. Pode parecer um salto confuso, no escuro, mas fará sentido. Quando Darwin observa, ele está atento ao concreto e as leis, teorias e regras são concebidas depois. Então, sempre será preciso e a natureza funciona assim, uma grande capacidade de variações, mutações, adaptações, por recursos sempre finitos.
Muitas espécies já existiram e pela não adaptação a novas condições não existem mais. O ciclo da vida, o nascer, se desenvolver e morrer. Um serve de alimento para o outro. A vida como nós a conhecemos funciona assim.
E o passo final, nossa legislação ambiental. Temos leis bem concebidas, como já ouvi muitas vezes, de primeiro mundo. Existem leis que até se antecipam e podem morrer na gaveta. As nossas leis também seguem ciclos. Muitas delas podem ser elaboradas, defendidas, votadas e nunca serem levadas a cabo.
Precisamos de uma legislação forte e robusta ou uma legislação que permita adaptações e ser antifrágil? Nossas leis são fortes e robustas e tem comprovado e tornado nossa vida cada vez mais frágil. Exemplos não vão faltar. Temos as leis, mas não somos implacáveis como a natureza na sua cobrança. Na natureza se você não se adapta a nova condição você simplesmente está fora. Não existe quem venha em socorro para amenizar a situação.
Assim, penso que ter menos leis será muito melhor se tivermos força na sua vigência e principalmente colocá-la em prática sem deixar espaço para manobras e outros que a tornem frágil e mesmo morta. Muitos vão ser contra, mas de que adianta contarmos as belezas se não podemos apreciá-las andando alguns quarteirões em nossas cidades.
Pegando um exemplo bem fácil de ser observado. Temos leis para resíduos sólidos das melhores e muitas pessoas ainda jogam lixo por aí, queimam na madrugada, jogam em barrancos de rodovia. Os rios e mares continuam sendo nossos lixões. Para não se indispor, muitos continuam em silêncio e são até capazes de pedir leis mais rígidas ainda.
Se quisermos existir mais um pouco, ou diminuímos nossa pressão sobre o ambiente, teremos que nos adaptar para viver na lixeira, isto se conseguirmos. Porque na natureza, outras espécies também competem por recursos finitos e estão buscando se adaptar e nenhuma delas com produção de lixo.


Espera no teatro.

A poesia navega esperando quem a encontre e isto pode acontecer na espera para uma apresentação no teatro, como aconteceu hoje.

Tempo de espera

Volta o tempo
Na esquina da mesmice 
Para encontrar a luz suave
Sem contorno.

Paira a poeira
Ante o tom forte.
Reverbera a graça leve.
Passa pela porta a bela.

Tudo em cantos,
Vejo a cor sem luz.
Tudo concentra
O fim por vir.

Quanto para sentir,
Viver sem saber,
Buscar sem querer,
Enquanto espero aqui.